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Advogado Insolvência| Fátima Pereira Mouta

     

 

advogado insolvência       A Advocacia é uma actividade que tem uma função social de manifesto interesse público e que consubstancia um pilar fundamental à administração da justiça, cabendo ao advogado defender os direitos, liberdades e garantias e a pugnar pela boa aplicação das leis, desempenhando uma missão indispensável ao bom funcionamento das sociedades.

      

      É um escritório de Advogados vocacionado para a área da insolvência pessoal e insolvência de empresas, bem como da recuperação, reestruturação e revitalização de empresas e pessoas singulares através do Processo Especial de Revitalização (PER), contando com a colaboração de alguns Colegas de profissão e outros Colaboradores na área económico-financeira.

 

      De facto, a grave crise económica e financeira que o País actualmente atravessa, bem como o aumento significativo do endividamento das famílias e empresas registado na última década tem provocado um aumento considerável deste tipo de processos nos Tribunais. Na verdade, o aumento do desemprego, a redução de salários e complementos, o aumento dos impostos, a queda acentuada do investimento, as dificuldades acrescidas no acesso ao crédito têm debilitado bastante a situação de muitas famílias e empresas portuguesas.

 

     Ora, nestes casos de sobreendividamento, o insolvente surge quase sempre como parte mais fragilizada. Torna-se, por isso, absolutamente necessário tutelar a posição das pessoas singulares e empresas que se encontram em situação de impossibilidade de pagar todas as suas obrigações vencidas. De facto, este ramo de Direito tem como finalidade primordial a satisfação dos interesses dos credores, conjugada com a protecção do devedor insolvente.

 

      Deste modo, compete ao Advogado actuar em defesa dos interesses dos clientes, com honestidade, competência, empenhamento, rectidão sempre tendo por base uma forte relação de confiança. A satisfação do cliente, com a realização dos seus direitos e interesses legítimos é, por isso, o objectivo fundamental deste Escritório.

     

      A filosofia do escritório baseia-se na prestação de serviços jurídicos personalizados assente numa relação de proximidade com o cliente, visando a satisfação das suas legítimas pretensões, na procura de soluções jurídicas adequadas às situações concretas e sempre tendo como fio condutor um elevado profissionalismo, dinamismo, confiança e dedicação.

 

 

 

 Insolvência pessoal                          Sou Fiador                        Penhora de vencimento

 

 

 

 

Comentários  

 
+16 # José Leal 28-10-2014 16:50
Exma Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Foi feito um empréstimo em meu nome e da minha ex-mulher (na altura em que o empréstimo foi contraído era ainda minha esposa). Entretanto ocorreu o divórcio e o bem penhorado é meu por herança sendo os seus pais fiadores. Ela pediu insolvência pessoal. Ora, eu não quero perder a minha casa onde vivo e aceito cumprir com o pagamento de metade da dívida conforme acordado aquando do divórcio.
Gostaria de saber o que devo fazer para proteger o meu património?
Como devo proceder, sendo que, neste momento tenho cumprido com os pagamentos das prestações apesar de ser com algum atraso?

Cumprimentos.
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+11 # António Jorge 28-10-2014 16:57
Na resolução de um contrato de crédito ao consumo é legal incluir as prestações vincendas para apuramento do valor total em dívida?
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+12 # Carlos Baião Carrasco 28-10-2014 17:06
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

De momento não consigo pagar os meus créditos. O único crédito que está em dia é o crédito à habitação. Todos os outros já estão em incumprimento, existindo algumas mensalidades em atraso. Tenho um amigo meu que é fiador do empréstimo para compra da habitação. Ora, eu não quero que o fiador saia prejudicado desta situação. Será que existe alguma maneira de conseguir negociar todos os créditos com excepção do crédito à habitação? Será que só tenho como solução a insolvência?
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+13 # Fernando 28-10-2014 18:33
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Tenho o meu ordenado penhorado desde Novembro de 2013. A minha dívida é de 12.000 Euros e, pelas minha contas, ainda me falta 1 ano e meio para conseguir pagar a totalidade desse valor. Gostaria de chegar a um acordo com o Banco para pagar o restante em prestações mas sem a penhora. É que na situação em que me encontro não consigo pedir pedir qualquer empréstimo. gostaria de saber se pode haver uma solução para o meu caso.
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+12 # Teresa Leão 30-10-2014 19:12
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Gostaria de saber quais são as consequências da insolvência. É que não temos bens que possam ser penhorados pois a casa onde moramos é propriedade dos meus pais e o carro é do Banco. Apenas temos o ordenado do meu marido. O que é que aconteceria de fossemos declarados insolventes?

Cumprimentos
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+12 # Filipa 30-10-2014 19:17
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Pretendia obter umas informações sobre insolvência particular. Eu agora estou a residir no estrangeiro e tenho uma casa em Lisboa. E já não consigo cumprir com o pagamento deste crédito. Gostaria de marcar uma reunião com a Sra. Dra. para ver qual o caminho mais adequado à minha situação.
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+11 # Cláudia 30-10-2014 19:29
Exma. Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Gostaria de saber se na insolvência particular o plano de pagamentos é uma opção viável, dependendo do montante em dívida. Ou seja, se o plano de pagamentos deixa de ser viável se o valor em dívida for muito elevado.
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+14 # Bruno Amaro 30-10-2014 19:36
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Preciso de um Advogado que trate de processos de insolvência para avançar com o processo meu e da minha mulher, e porventura talvez da minha mãe. Quais são os custos para este tipo de processos? E a forma de pagamento?
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+5 # Armando Cardoso 07-01-2015 08:48
Exma Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta

Em 2011 comprei a um particular uma camioneta de mercadorias e paguei-a logo na totalidade. No momento, tratámos da transferência de nome e tudo correu normal. Agora fui informado pela Conservatória do Registo Automóvel que esta viatura estava dependente duma penhora desde 2008 num processo de insolvência do 1º proprietário e que em qualquer momento poderei ficar sem ela. Como é que ma poderão tirar estando a propriedade da carrinha no meu nome? O que é que poderei fazer para evitar tal ocorrência desagradável sem sair lesado? Eu poderei exigir o valor que dei por ela que é inferior ao da penhora?
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+1 # Manuel 02-04-2015 10:03
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Durante os anos 2009 a 2012 efectuei um péssimo negócio no qual investi o que tinha e o que não tinha, acabando por ficar com uma série de créditos que não consegui liquidar. Em 2013 encerrei a minha actividade em Portugal e parti para França com o objectivo de melhor a minha situação financeira e conseguir cumprir com as minhas obrigações. Inicialmente consegui cumprir com algumas prestações mas o custo de vida em França é elevadíssimo e com o que ganho actualmente não foi possível continuar a pagar os meus créditos em Portugal. Que posso fazer para que possa regressar a Portugal sem ficar asfixiado com tudo o que tenho por liquidar?
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+1 # Catarina 02-04-2015 12:18
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Somos um casal com 3 filhos onde só o meu marido trabalha neste momento. Eu não estou a conseguir arranjar trabalho e ele infelizmente ganha mal para as nossas despesas. Hoje recebemos uma carta de uma advogada por causa de uma dívida ao condomínio para ser penhorado 1/3 do ordenado. Gostaria de saber o que é que é preciso fazer para avançar para a insolvência.
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+1 # Mariana 02-04-2015 13:52
Exma. Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Os meus pais foram meus fiadores, eu não consegui pagar as dívidas e eles acabaram prejudicados por minha causa. Correm agora o risco de vir a perder a casa. Será que é possível fazer um plano de revitalização que permita que eles fiquem com a casa? Quanto tempo demora até ser aprovado?
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+1 # João 02-04-2015 14:32
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Tenho vários créditos em incumprimento e não os consigo saldar visto que as prestações são altíssimas. Gostaria de saber quais os custos de um processo que permita que eu saia desta situação. Já consultei o meu mapa de responsabilidad es do Banco de Portugal e preciso mesmo de aconselhamento.
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+1 # Artur 02-04-2015 14:40
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta

Sou avalista/fiador de um crédito bastante avultado. Gostaria de saber se entrando em insolvência pessoal deixarei de ser avalista/fiador durante o tempo da insolvência ou se deixarei de ser avalista para sempre. Tenho falado com várias pessoas: umas dizem-me que deixarei de ser fiador para sempre; outras dizem que deixarei de ser fiador apenas pelo período de 5 anos da insolvência.
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+1 # Ana 06-04-2015 09:07
Sra. Dra. Fátima Pereira Mouta,

Tenho 2 casas em meu nome, mas já sem hipoteca. Posso ainda assim requerer a insolvência por causa de empréstimos contraídos e por ter um salário reduzido?
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